Professores universitários e técnicos fabricam máscaras-escudo que serão doadas a hospitais. O equipamento de proteção individual é composto por uma placa de acetato presa a uma argola de resina plástica, esta última fabricada com uma impressora 3D.

Leandro Basmagi, coordenador Centro Universitário Anhanguera de Campo Grande, está à frente do projeto. “Fizemos em conjunto com profissionais da saúde. Após alguns testes, e com o aval deles, começamos a produção”.

Além disso, empresas doaram insumos para que a fabricação dos equipamentos fosse possível.

Isso porque a presilha que fixa a máscara no usuário foi totalmente desenvolvida no laboratório de manufatura da instituição e por isso foi preciso da consultoria até que ficasse perfeito.

O equipamento tem ajustes de tamanho e “é reutilizável, basta fazer a desinfecção depois”, afirma Basmagi. Para a limpeza pode ser utilizado o álcool 70% ou hipoclorito de sódio

Nilson Oliveira Narezi, do curso Fisioterapia da instituição, afirma que a “máscara- escudo” evita que o profissional tenha contato com gotículas, salivas e fluídos nasais que possam atingir o rosto, o nariz, a boca e os olhos.

“É indicada para profissionais da saúde, como médicos, enfermeiros, dentistas e outros que trabalham em hospitais, clínicas, unidades de saúde e que estejam na linha de frente no combate ao coronavírus”, alerta.

Até o momento, 20 unidades já estão prontas. A previsão é confeccionar mais 60 nos próximos dias. Todas serão doadas à Santa Casa de Campo Grande.

Fonte: Correio do Estado