Em mensagem ao Congresso Nacional, o presidente da República, Jair Bolsonaro, celebrou conquistas do governo em 2019 e reafirmou compromisso com a agenda econômica liberal do ministro da Economia, Paulo Guedes. “Necessitamos reduzir o Estado gigantesco, lento e oneroso”, escreveu o presidente.

A mensagem foi lida pela primeira secretária da Câmara, deputada Soraya Santos (PL-RJ), por ocasião da sessão que deu início ao ano legislativo de 2020.

Na carta, Bolsonaro falou sobre as relações exteriores do Brasil Para ele, “o viés ideológico deixou de existir” e o Brasil tem avançado “em importantes acordos que vão intensificar e simplificar as trocas comerciais”.

O presidente citou o desejo do País de passar a integrar a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)

“Essa ascensão contribuirá para melhoria da eficiência do Estado, simplificação tributária, melhoria do ambiente de negócios, aumento do investimento em pesquisas, desenvolvimento e inovação”, escreveu Bolsonaro.

O presidente ainda falou em ampliar o ingresso de trabalhadores na economia formal e se comprometeu com a redução da pobreza e com o incentivo à sustentabilidade.

SESSÃO

O Congresso Nacional deu início aos seus trabalhos em 2020 com um plenário esvaziado de parlamentares. No momento em que os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), acompanhados do ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, entraram no plenário, o sistema da Câmara registrava a presença de apenas 32 dos 513 deputados.

A maioria das cadeiras no plenário da Câmara, onde a sessão ocorre, estava desocupada.

Os parlamentares costumam chegar em Brasília entre a noite de segunda e a terça-feira.

Davi Alcolumbre declarou aberto o ano legislativo de 2020. A declaração foi feita no plenário da Câmara dos Deputados.

Além dele, de Maia e Onyx, estavam presentes o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, e o Procurador-Geral da República, Augusto Aras.

Onyx chegou ao Congresso acompanhado também de outros ministros do governo Bolsonaro, que agora acompanham a sessão.

Fonte: Correio do Estado